quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto







Quando os nazis vieram buscar os comunistas,
eu fiquei em silêncio;
eu não era comunista.


Quando eles prenderam os sociais-democratas,
eu fiquei em silêncio;
eu não era um social-democrata.


Quando eles vieram buscar os sindicalistas,
eu não disse nada;
eu não era um sindicalista.


Quando eles vieram buscar os judeus
eu fiquei em silêncio;
eu não era um judeu.


Quando eles me vieram buscar,
já não havia ninguém que pudesse protestar.



                                              Martin Niemöller

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

VAMOS AJUDAR O SUPER-T

No dia 19 de janeiro, teve lugar a Aula de zumba fitness SOLIDÁRIA, com o Ricardo Rodrigues, no Pavilhão Desportivo Francisco de Holanda. Desta iniciativa, promovida pelas bibliotecas do Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda, conseguiu-se a quantia de 4000 euros para o Super-T.
Este evento só foi possível graças ao apoio da diretora do agrupamento, Dra. Rosalina Pinheiro, do Dr. Alves Pinto, da Dra. Adelina Paula Pinto, da Associação Convívio do professor de zumba, Ricardo Rodrigues (que trouxe consigo o professor de zumba kids, Francisco Machado). Muito importante foi o apoio logístico dado pela turma do 12º ano do Curso Técnico de Comércio da nossa escola e do Sr. Moura, também da nossa escola.

O resultado, que agradecemos em nome do Tiago, devemo-lo, e não há palavras suficientes para agradecer, aos pais e encarregados de educação, aos professores, aos alunos, aos funcionários, a todos os que apareceram de outras escolas, como a Escola da Oliveira do Castelo, àqueles que apareceram porque acreditam nesta causa, e que mostraram o quão solidários podemos ser e o que podemos alcançar se nos unirmos. Em nome da VIDA, da AMIZADE e da ESPERANÇA, um MUITO OBRIGADO a todos os envolvidos de forma mais ou menos direta.

UM SORRISO INFINITO PARA QUE O TIAGO SORRIA!
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domingo, 10 de janeiro de 2016

MARATONA DE CARTAS


Pelo terceiro ano consecutivo, a biblioteca escolar do Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda associou-se à Amnistia Internacional (AI), através da participação na “Maratona de Cartas”, que, como nos diz Ana Monteiro, coordenadora da campanha em Portugal, é “o maior projeto de direitos humanos organizado todos os anos pela Amnistia Internacional, que consiste na assinatura de cartas apelando à libertação ou fim da perseguição de pessoas e comunidades. O objetivo é chamar a atenção para estes casos, o que poderá resultar numa melhoria das condições destas pessoas e comunidades em risco. No ano passado contámos com a participação de mais de 3 milhões de pessoas em todo o mundo e mais de 150 mil em Portugal.”
Este ano, a Amnistia centrou os seus esforços para denunciar e defender o caso de Costas, na Grécia. Costas e o seu companheiro, um refugiado, foram agredidos por demonstrarem o seu amor publicamente em duas ocasiões diferentes em 2014 e 2015. Das raparigas obrigadas a casar no Burkina Faso. Maria, com apenas 13 anos, foi obrigada a casar com um homem de 70 anos e conseguiu fugir, algo que infelizmente muitas destas crianças não conseguem fazer, vendo-se obrigadas a engravidar e ter bebés demasiado novas e, muitas vezes, a servir como escravas domésticas.  De Rafael Marques, de Angola. O jornalista e ativista de direitos humanos enfrenta um julgamento injusto por ter escrito um livro e por expor graves violações de direitos humanos no seu país. E, por último, Yecenia Armenta, no México. Em 2012 Yecenia foi condenada à prisão com base numa confissão extraída sob violenta tortura. Continua presa, acusada de um crime que afirma não ter cometido. 
A AI enviou 2000 cartas (500 por cada causa). Os alunos do 12º ano, do Curso Técnico de Comércio, deslocaram-se às salas, deram a conhecer as causas defendidas, procedendo, de seguida, à recolha das assinaturas. Como é já habitual, as nossas cartas juntaram-se a milhares de outras na Amnistia Internacional.

Em pleno século XXI, não podemos ficar indiferentes a estas violações dos DIREITOS HUMANOS. A “Maratona das Cartas” tem conseguido alertar e sensibilizar os nossos jovens para o que se passa à sua volta. A Grécia, o Burkina Faso, Angola, México…e tantos outros países e violações dizem-nos respeito ou estaremos, com o nosso silêncio, a colaborar com estes atos!
 
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sábado, 9 de janeiro de 2016

VAMOS AJUDAR O TIAGO

Como é, certamente, do Vosso conhecimento, estão a decorrer várias ações de solidariedade, com o objetivo de angariar os fundos necessários para que o Tiago, conhecido por Super-T (podem consultar a página do facebook (https://www.facebook.com/O-Super-T-precisa-de-ti-1488996421405709/), possa ser sujeito a uma intervenção nos Estados Unidos, que lhe devolverá a esperança de ter a infância que é dele por direito e que ele ainda não conseguiu usufruir totalmente.
Estas vidas não nos podem deixar indiferentes! Criamos, por isso, um pequeno evento, que se tornará do tamanho da Vossa vontade.
Contamos com a Vossa presença no dia 19 de janeiro, pelas 15:30h, no Pavilhão Desportivo Francisco de Holanda.
A entrada será de 3 sorrisos (1 sorriso para o 1º/2º/3º ciclo) um pequeno gesto, pois a nossa vida preenche-se com esses pequenos gestos, que fazem de nós uma comunidade solidária, sensível, unida.

Contamos com todos vocês para que esta causa seja um sucesso!
VAMOS AJUDAR O TIAGO!


A turma do 12º ano do Curso Técnico de Comércio, da Escola Secundária Francisco de Holanda, apoiada pelas bibliotecas do agrupamento. 


quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

FELIZ NATAL


Muitos Natais felizes, muitos Anos Novos prósperos. Eternas amizades, alegres recordações e afectos na Terra, e o Céu para todos nós.
                                                          Charles Dickens
                                       Equipa da BE


terça-feira, 15 de dezembro de 2015

CONCURSO POSTAL DE NATAL

As vencedoras do nosso concurso de postais de Natal foram as alunas Joana Machado, do 3º ano, da Escola Básica de Santa Luzia, com o seu postal, e a Beatriz Lopes, do 6ºC, da Escola Egas Moniz, com o seu texto. Parabéns às duas pela sua belíssima participação. Parabéns a todos aqueles que participaram, com empenho, neste concurso.


Natal Especial na BE


         
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domingo, 29 de novembro de 2015

BIBLIOTECA VIVA

BIBLIOTECA VIVA
  No dia 27 de novembro a biblioteca recebeu quatro livros, que, durante 20 mn contaram a sua história. A organização desta atividade foi da responsabilidade da DESINCOOP - Desenvolvimento Económico, Social e Cultural, CRL e a nossa biblioteca aceitou, com muito agrado, o convite. As nossas alunas do 12º Técnico de Comércio e 10º Técnico de Marketing, apoiaram o secretariado da atividade. Participaram na atividade as turmas 10ºCT4 e 11ºCT7 e as professoras Leonor Remísio e Carla Santos.

 Livro 1
Título
Mulher Cigana (entre o Bairro, a Escola e o Trabalho)
Resumo
Vanessa Matos, uma jovem cigana de 21 anos com sonhos para realizar. Concluiu o 12º ano num curso Profissional como TAS (Técnica Auxiliar de Saúde). Atualmente é dinamizadora comunitária do projeto Geração Tecla E5G, financiado pelo Programa Escolhas, promovido pela Cruz Vermelha Portuguesa – Delegação de Braga, e imagem das mudanças da comunidade cigana.

Livro 2
Título
Não Amaldiçoes a Escuridão, Acende uma Vela
Resumo
Perseguição sistemática do Governo do Irão às minorias, em especial aos membros da Fé Bahá’í. Com a atitude construtiva e resiliência, a Comunidade Bahá’í está a alterar a sociedade ao nível do pensamento e da ação.

Livro 3
Título
A rapariga que procurava histórias improváveis
Resumo
Quando era estudante, Patrícia Carvalho gostava de ver séries e filmes sobre a Segunda Guerra Mundial. Depois de se tornar jornalista e de visitar um dos campos de concentração mais terríveis de sempre, o de Auschwitz, foi à procura dos prisioneiros que não se sabia sequer que existiam: os portugueses. A busca levou-a a quatro países e o que descobriu mudou a forma como vemos a relação dos portugueses com a guerra e os campos de morte de Adolfo Hitler.

Livro 4
Título
O militante
Resumo
As ideias foram ao longo da sua vida um instrumento para sobreviver e uma razão para viver. No final, restava-lhe este património, uma vida singular para partilhar, através de uma herdeira encontrada já nos finais de uma vida atribulada.


Alguns testemunhos
Cada livro falava de uma história diferente, sobre culturas diferentes. A apresentação dos livros foi feita por pessoas próximas dos relatos apresentados. O meu grupo ouviu dois livros. O primeiro livro foi apresentado por uma senhora nascida no Irão, que relatou o início da emancipação feminina no seu país de origem. Este movimento nasceu em meados do século XIX, quando um jovem chamado Báb afirmou que as mulheres e os homens deveriam ter os mesmos direitos. Este movimento foi condenado pelos sacerdotes muçulmanos que, na época, tinham grande influência na sociedade. Como resposta a este movimento os sacerdotes mandaram cometer enormes atrocidades, como, por exemplo, a morte e o desmembramento do corpo dos seguidores deste movimento. Contudo, as ideias deste movimento começaram a espalhar-se e, gradualmente, foram-se implementando no Irão e noutros países do mundo. É, no entanto, um movimento ainda pouco aceite pelo clero muçulmano. O título do livro é “luta contra a escuridão, acende uma vela” e a ideia que este quis transmitir é que devemos lutar pelos nossos sonhos e não devemos por isso aceitar a realidade que não queremos para nós.
O segundo livro foi apresentado por uma jovem de etnia cigana. O título do livro é “sentir cigano” e a ideia que pretendeu transmitir é que independentemente da nossa cultura, todos temos sonhos, ou seja, apesar das nossas diferenças culturais, todos somos humanos e temos sonhos que gostaríamos de realizar. A jovem começou por explicar um pouco da cultura cigana. Explicou que a comunidade cigana é muito unida, para o bem e para o mal, que é uma comunidade onde as famílias são numerosas e as raparigas tem algumas limitações no que toca a direitos. Por exemplo, estas só fazem parte da escolaridade obrigatória, pois têm de casar virgens e como aos 12/13 anos ocorre a entrada na adolescência, que se traduz numa mudança a nível sentimental, para prevenir futuros relacionamentos com outro que não seja o marido pretendido, a rapariga é retirada da escola. Outro exemplo das limitações da rapariga cigana é a educação que recebe para cuidar dos filhos, respeitar o marido e tratar da lida da casa e a pressão que os progenitores exercem sobre a menor para que esta siga a tradição cigana e se torne numa feirante. A jovem demonstra, assim, que independentemente da nossa cultura devemos seguir os nossos sonhos e procurar criar laços com pessoas que nos apoiam. Esta jovem tinha o sonho de seguir o seu percurso académico e com o apoio do seu avô e do seu pai, conseguiu tirar o décimo segundo ano e, atualmente, pretende entrar para a universidade.
Acho que este tipo de iniciativas são importantes, pois, por vezes, nós não nos apercebemos que o mundo não é igual à nossa cidade, existem culturas, maneiras de pensar e tradições diferentes em todo o lado. Acho, portanto, que esta atividade é de extrema importância, pois dá-nos a conhecer realidades diferentes das nossas.
Na minha opinião foi uma atividade bem planeada e o conteúdo transmitido interessante e inspirador, pelo que devem continuar a realizar-se.

Nome: André Chanoca
Turma: 10ºCT4


Na minha opinião, esta iniciativa de trazer uma pessoa relacionada com um estereótipo para a biblioteca, sob a forma de um "livro vivo" foi muito positiva para mim e para todos os participantes.
Acho que alguns dos estereótipos apresentados são atuais e comuns a todos. Para além disso, permitiu-me contactar com realidades que desconhecia.
No geral, gostei da atividade e acho que foi bom poder conhecer um pouco outras culturas e perceber o seu ponto e vista sobre alguns assuntos, e ficar também a saber um pouco mais sobre esses temas.
Nome: João Correia
Turma: 10ºCT4

Eu gostava de ter ouvido todos os livros, mas o que mais me sensibilizou foi o livro "A rapariga", pois falava sobre a segunda guerra mundial e sobre os campos de concentração (os portugueses que lá estiveram), até vimos uma carta de entrada nos campos de concentração, e este assunto sempre me atraiu.
"O militante" referia-se essencialmente a um caso, mas foi interessante saber a vida de pessoas que foram obrigadas a sair de Portugal, em busca de uma vida melhor e acabaram por ir para o campo de concentração.
Acho que este tipo de atividade chama bastante a atenção e desperta curiosidade.

Nome: Vera Sousa
Turma: 10ºCT4