sexta-feira, 3 de julho de 2026
quinta-feira, 2 de julho de 2026
Bem-vindos à Biblioteca ESFH: O Teu Espaço de Descoberta e Aprendizagem!
Se achas que a biblioteca da escola é apenas um sítio
silencioso cheio de livros antigos, está na hora de fazeres uma visita à Biblioteca
ESFH! Muito mais do que um depósito de livros, este é o verdadeiro
"coração" da nossa escola — um espaço dinâmico, luminoso e pensado à
medida das tuas necessidades.
Para que não te percas entre estantes e computadores, a
nossa biblioteca está organizada por zonas funcionais, preparadas para
tudo o que precisas no teu dia a dia escolar:
Zona de Acolhimento e Leitura Informal
Logo à entrada, encontras o ponto de partida para a tua
visita. Se precisas de descontrair, pôr a leitura em dia ou simplesmente
relaxar nos sofás entre aulas, a Zona de Leitura Informal e Exposições é
o teu lugar ideal. Fica atento às mostras de trabalhos e novidades que vão
surgindo nas paredes e painéis!
Consulta e Produção Multimédia
Precisas de fazer uma pesquisa para aquele trabalho de
última hora ou editar um projeto digital? A nossa Zona Multimédia está
equipada com computadores prontos a usar para que a tecnologia seja a tua
melhor aliada no sucesso escolar.
Estudo Individual vs. Trabalho em Grupo
Sabemos que cada momento de estudo exige um ambiente
diferente. Por isso, dividimos o espaço para agradar a todos:
- Zona de Consulta e Estudo em Pequenos Grupos: Perfeita para debater ideias com os teus colegas, partilhar resumos e planear trabalhos de equipa.
- Zona de Estudo Individual: Se precisas de concentração máxima e zero distrações, este canto mais reservado garante-te o silêncio necessário.
Área de Utilização Polivalente
Espaço amplo e flexível, equipado com ecrã de projeção,
ideal para apresentações de trabalhos, palestras, visualização de filmes ou
dinâmicas de turma. Aqui, a biblioteca transforma-se no palco das nossas
ideias!
A Biblioteca ESFH é tua. Quer venhas para estudar,
para criar, ou simplesmente para viajar nas páginas de um bom livro, as portas
estão abertas.
Aparece, explora e partilha connosco as tuas leituras e
projetos!
quarta-feira, 1 de julho de 2026
Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda, A Nossa História
Sabias que a nossa escola tem mais de 140 anos de história e que nem sempre foi fácil chegar até aqui? Conhece os momentos marcantes que moldaram a instituição que hoje nos acolhe!
O Século XIX: Um Começo de Luta e Exigência
- 1864 – A promessa no papel: O Ministro das Obras Públicas decretou a criação de escolas industriais em várias cidades, incluindo Guimarães. Contudo, estas escolas nunca chegaram a sair do papel.
- 1884 – A força dos vimaranenses: Perante a exclusão de Guimarães de novos decretos governamentais, a Sociedade Martins Sarmento e figuras locais como Avelino da Silva Guimarães exigiram justiça. O governo chegou a propor apenas uma escola de desenho, mas a cidade exigia mais.
- O nascimento oficial: A Escola Industrial de Guimarães foi finalmente criada a 3 de dezembro de 1884, sendo batizada dois dias depois como Escola Industrial Francisco de Holanda. Começou a funcionar em janeiro de 1885, na casa do visconde de Pindela, com apenas 104 alunos e um professor. A inauguração oficial deu-se a 1 de fevereiro de 1886, com o Dr. Joaquim José de Meira como primeiro diretor.
- Dificuldades e resiliência: O final do século XIX foi marcado por grandes investimentos num novo edifício no Proposto e em maquinaria avançada. Contudo, devido a erros de projeto e à crise financeira dos anos 1890, muito material foi para a sucata sem ser usado. Valeu a dedicação dos professores, que garantiram uma formação insubstituível às gerações de vimaranenses.
- A rota das instalações: Entre 1901 e 1910, a escola funcionou no edifício inacabado do Proposto. Passou depois pela "casa amarela" na rua de Santa Maria e pelo antigo convento (partilhado com o Liceu), até se fixar definitivamente no Proposto em 1923.
- Novos cursos e evolução: Em 1924, transformou-se em Escola Industrial e Comercial. Ao longo das décadas de 30 e 50, a oferta formativa cresceu imenso: desde cursos de tecelão, bordadora e comércio, até serralharia, fiandeiro e costura.
- 1959 – A maior do país: Em 1955 foi apresentado o projeto para um novo edifício. Inaugurado em 1959, este espaço fez nascer a escola técnica com a maior superfície coberta de Portugal.
- Pós-25 de Abril: Com a chegada do ensino unificado, a escola passou a Escola Secundária, recuperando orgulhosamente o nome do seu patrono: Francisco de Holanda.
Século XXI: Modernização e o Futuro
Já no século XXI, o nosso edifício recebeu uma profunda
requalificação desenhada pelo arquiteto José Gigante, no âmbito do Programa de
Modernização do Parque Escolar. Pouco depois, em 2013, a escola
tornou-se a orgulhosa sede do Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda
(AEFH).
Conhecer o passado ajuda-nos a valorizar o presente. Hoje, continuamos a escrever esta história todos os dias, em cada sala de aula e em cada projeto!
sexta-feira, 26 de junho de 2026
Dizem que o barro tem memória, mas em Portugal ele tem coração
As alunas do curso de Línguas e Humanidades da Escola Secundária Francisco de Holanda, em Guimarães,deslocaram-se no dia 25 de junho à redação do jornal PÚBLICO, em Lisboa, para uma sessão de mentoria direta com a jornalista Bárbara Simões. O grupo do 12.º LH1, constituído por Ana Catarina Pinto, Beatriz Bertan, Maria Couto e Rafaela Fernandes, e duas professoras, Fernanda Freitas e Manuela Paredes, foi um dos cinco grandes vencedores nacionais da 5.ª edição do concurso "Vamos fazer um plano", promovido pelo Plano Nacional das Artes (PNA) e pelo PÚBLICO.
Da olaria tradicional para a redação do jornal
O trabalho premiado das estudantes vimaranenses focou-se na preservação da Cantarinha dos Namorados e da olaria tradicional de Guimarães, inserindo-se no desafio do concurso de explorar o "km² cultural" envolvente à escola. A investigação mereceu o aplauso do júri pela capacidade de escrutinar a tradição local e dar voz a uma herança em risco de desaparecimento.
Este tema coincide com a forte
aposta da Câmara Municipal de Guimarães, através do seu Plano
Estratégico Municipal para a Cultura e d'A Oficina, para revitalizar as artes
tradicionais do concelho.
O coletivo de alunas do 12.º ano deixou a sala de aula para vivenciar o ambiente real de uma redação de prestígio. Durante o dia de trabalho formativo, o grupo:
Recebeu mentoria personalizada de
jornalistas seniores para afinar o texto da reportagem.
Compreendeu os mecanismos de edição e fecho de uma edição jornalística.
Publicação em
suplemento nacional no verão
O resultado final do trabalho desenvolvido pelas discentes será publicado num suplemento e distribuído a nível nacional com o jornal PÚBLICO no decorrer do próximo verão.
segunda-feira, 22 de junho de 2026
Entre Palavras e Imagens: A Revista do Projeto
Esta publicação reúne um conjunto diversificado de trabalhos da autoria dos nossos alunos, incluindo histórias, poemas e desenhos, que refletem não só a sua imaginação e sensibilidade, mas também o envolvimento ativo em todas as fases do projeto. Cada contributo revela uma interpretação única do tema proposto, evidenciando competências de expressão, reflexão e criatividade.
sábado, 13 de junho de 2026
TEX leva “A Birra do Morto” ao palco com grande sucesso
O TEX – Teatro Experimental da Xico apresentou recentemente
uma nova produção teatral: a adaptação de “A Birra do Morto”, de Vicente
Sanches, sob a encenação e adaptação da professora Fernanda Freitas.
As duas sessões decorreram com grande entusiasmo. A primeira
teve lugar no dia 15 de maio, perante a comunidade escolar, que encheu a sala
para apoiar os jovens atores. Já no dia 12 de junho, a peça voltou a subir ao
palco numa sessão dedicada às famílias e aos amigos, que puderam assistir ao
talento e à dedicação do grupo.
Ao longo da representação, os alunos do TEX demonstraram
à-vontade, empenho e segurança em palco, dando nova vida à comédia absurda e
satírica de Vicente Sanches. O público respondeu com muitos risos e aplausos
prolongados, confirmando o sucesso desta iniciativa teatral.
sexta-feira, 12 de junho de 2026
Jovens em Movimento pelos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
No âmbito do projeto “Let’s Take Action to Achieve UN 2030 – The Sustainable Development Goals”, a turma 10CT1 desenvolveu um conjunto diversificado de materiais visuais, incluindo cartazes, logótipos, posters e infográficos. Estes trabalhos — entre outros realizados em aplicações de vídeo — refletem o empenho, a criatividade e a consciência crítica dos alunos relativamente aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), evidenciando a importância de agir localmente para promover um futuro mais sustentável e inclusivo.
Através destas produções, os alunos não só aprofundaram os seus conhecimentos sobre os desafios globais atuais, como também deram voz às suas ideias e propostas de mudança, demonstrando que a educação é um motor essencial para a transformação social.
Conhecer as ecovias de Guimarães: Ave e Selho
As turmas 10LH2 e 10CSE1 desenvolveram, na disciplina de Geografia, um trabalho de pesquisa orientado pela professora Conceição Guerra, com a colaboração da professora bibliotecária. A atividade resultou na criação de folhetos informativos destinados à sensibilização da comunidade para as vantagens da utilização das ecovias, os quais foram apresentados em contexto de sala de aula.
https://read.bookcreator.com/imO2N72KAgVFuiyolRqWiqcHrLF2/W0W91IsoR0iL-73L25asFA
Aprender com Wangari: língua, arte e valores
Na aula de Inglês, os alunos com medidas adicionais desenvolveram um trabalho criativo a partir do livro Wangari, explorando a história através da tradução de alguns excertos e da sua ilustração digital. Esta atividade permitiu não só o contacto com a língua inglesa de forma acessível e significativa, mas também a expressão artística e o reforço de valores como a perseverança e o cuidado com o ambiente. O vídeo que se segue apresenta o resultado deste trabalho, refletindo o empenho e a sensibilidade dos alunos ao longo de todo o processo.
quarta-feira, 10 de junho de 2026
Espaços Verdes Urbanos: Respirar Sustentabilidade nas Cidades
No âmbito da exploração das temáticas
“Mobilidade sustentável e regeneração urbana” e “Guimarães 2026: Capital
Verde”, a professora Alexandra Mendes desenvolveu, com a turma 11LH4, um
conjunto de atividades centradas na importância dos espaços verdes urbanos.
Os alunos produziram dois vídeos
sobre esta temática, recorrendo a ferramentas digitais como o Canva, o Suno e o
NotebookLM. Este trabalho enquadra-se no estudo das áreas urbanas e evidencia a
importância do planeamento sustentável, da valorização dos espaços verdes e da
promoção de uma cidadania ativa e informada.
Através destas iniciativas, o projeto
“Ciência da Escrita” continua a afirmar-se como um espaço de articulação entre
conhecimento, criatividade e consciência cívica, aproximando os alunos dos
desafios contemporâneos e incentivando uma participação ativa na comunidade.

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