quinta-feira, 2 de julho de 2026

Bem-vindos à Biblioteca ESFH: O Teu Espaço de Descoberta e Aprendizagem!


Se achas que a biblioteca da escola é apenas um sítio silencioso cheio de livros antigos, está na hora de fazeres uma visita à Biblioteca ESFH! Muito mais do que um depósito de livros, este é o verdadeiro "coração" da nossa escola — um espaço dinâmico, luminoso e pensado à medida das tuas necessidades.

Para que não te percas entre estantes e computadores, a nossa biblioteca está organizada por zonas funcionais, preparadas para tudo o que precisas no teu dia a dia escolar:

Zona de Acolhimento e Leitura Informal

Logo à entrada, encontras o ponto de partida para a tua visita. Se precisas de descontrair, pôr a leitura em dia ou simplesmente relaxar nos sofás entre aulas, a Zona de Leitura Informal e Exposições é o teu lugar ideal. Fica atento às mostras de trabalhos e novidades que vão surgindo nas paredes e painéis!

Consulta e Produção Multimédia

Precisas de fazer uma pesquisa para aquele trabalho de última hora ou editar um projeto digital? A nossa Zona Multimédia está equipada com computadores prontos a usar para que a tecnologia seja a tua melhor aliada no sucesso escolar.

Estudo Individual vs. Trabalho em Grupo

Sabemos que cada momento de estudo exige um ambiente diferente. Por isso, dividimos o espaço para agradar a todos:

  • Zona de Consulta e Estudo em Pequenos Grupos: Perfeita para debater ideias com os teus colegas, partilhar resumos e planear trabalhos de equipa.
  • Zona de Estudo Individual: Se precisas de concentração máxima e zero distrações, este canto mais reservado garante-te o silêncio necessário.

Área de Utilização Polivalente

Espaço amplo e flexível, equipado com ecrã de projeção, ideal para apresentações de trabalhos, palestras, visualização de filmes ou dinâmicas de turma. Aqui, a biblioteca transforma-se no palco das nossas ideias!

A Biblioteca ESFH é tua. Quer venhas para estudar, para criar, ou simplesmente para viajar nas páginas de um bom livro, as portas estão abertas.

Aparece, explora e partilha connosco as tuas leituras e projetos! 


quarta-feira, 1 de julho de 2026

Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda, A Nossa História

Sabias que a nossa escola tem mais de 140 anos de história e que nem sempre foi fácil chegar até aqui? Conhece os momentos marcantes que moldaram a instituição que hoje nos acolhe!

O Século XIX: Um Começo de Luta e Exigência

  • 1864 – A promessa no papel: O Ministro das Obras Públicas decretou a criação de escolas industriais em várias cidades, incluindo Guimarães. Contudo, estas escolas nunca chegaram a sair do papel.
  • 1884 – A força dos vimaranenses: Perante a exclusão de Guimarães de novos decretos governamentais, a Sociedade Martins Sarmento e figuras locais como Avelino da Silva Guimarães exigiram justiça. O governo chegou a propor apenas uma escola de desenho, mas a cidade exigia mais.
  • O nascimento oficial: A Escola Industrial de Guimarães foi finalmente criada a 3 de dezembro de 1884, sendo batizada dois dias depois como Escola Industrial Francisco de Holanda. Começou a funcionar em janeiro de 1885, na casa do visconde de Pindela, com apenas 104 alunos e um professor. A inauguração oficial deu-se a 1 de fevereiro de 1886, com o Dr. Joaquim José de Meira como primeiro diretor.
  • Dificuldades e resiliência: O final do século XIX foi marcado por grandes investimentos num novo edifício no Proposto e em maquinaria avançada. Contudo, devido a erros de projeto e à crise financeira dos anos 1890, muito material foi para a sucata sem ser usado. Valeu a dedicação dos professores, que garantiram uma formação insubstituível às gerações de vimaranenses.
O Século XX: Mudanças, Expansão e o Novo Edifício

  • A rota das instalações: Entre 1901 e 1910, a escola funcionou no edifício inacabado do Proposto. Passou depois pela "casa amarela" na rua de Santa Maria e pelo antigo convento (partilhado com o Liceu), até se fixar definitivamente no Proposto em 1923.
  • Novos cursos e evolução: Em 1924, transformou-se em Escola Industrial e Comercial. Ao longo das décadas de 30 e 50, a oferta formativa cresceu imenso: desde cursos de tecelão, bordadora e comércio, até serralharia, fiandeiro e costura.
  • 1959 – A maior do país: Em 1955 foi apresentado o projeto para um novo edifício. Inaugurado em 1959, este espaço fez nascer a escola técnica com a maior superfície coberta de Portugal.
  • Pós-25 de Abril: Com a chegada do ensino unificado, a escola passou a Escola Secundária, recuperando orgulhosamente o nome do seu patrono: Francisco de Holanda.

 Século XXI: Modernização e o Futuro

Já no século XXI, o nosso edifício recebeu uma profunda requalificação desenhada pelo arquiteto José Gigante, no âmbito do Programa de Modernização do Parque Escolar. Pouco depois, em 2013, a escola tornou-se a orgulhosa sede do Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda (AEFH).

Conhecer o passado ajuda-nos a valorizar o presente. Hoje, continuamos a escrever esta história todos os dias, em cada sala de aula e em cada projeto!

sexta-feira, 26 de junho de 2026

Dizem que o barro tem memória, mas em Portugal ele tem coração

 

As alunas do curso de Línguas e Humanidades da Escola Secundária Francisco de Holanda, em Guimarães,deslocaram-se no dia 25 de junho à redação do jornal PÚBLICO, em Lisboa, para uma sessão de mentoria direta com a jornalista Bárbara Simões. O grupo do 12.º LH1, constituído por Ana Catarina Pinto, Beatriz Bertan, Maria Couto e Rafaela Fernandese duas professoras, Fernanda Freitas e Manuela Paredes,  foi um dos cinco grandes vencedores nacionais da 5.ª edição do concurso "Vamos fazer um plano", promovido pelo Plano Nacional das Artes (PNA) e pelo PÚBLICO.

Da olaria tradicional para a redação do jornal

O trabalho premiado das estudantes vimaranenses focou-se na preservação da Cantarinha dos Namorados e da olaria tradicional de Guimarães, inserindo-se no desafio do concurso de explorar o "km² cultural" envolvente à escola. A investigação mereceu o aplauso do júri pela capacidade de escrutinar a tradição local e dar voz a uma herança em risco de desaparecimento.

Este tema coincide com a forte aposta da Câmara Municipal de Guimarães, através do seu Plano Estratégico Municipal para a Cultura e d'A Oficina, para revitalizar as artes tradicionais do concelho.

O coletivo de alunas do 12.º ano deixou a sala de aula para vivenciar o ambiente real de uma redação de prestígio. Durante o dia de trabalho formativo, o grupo:

Recebeu mentoria personalizada de jornalistas seniores para afinar o texto da reportagem.

Compreendeu os mecanismos de edição e fecho de uma edição jornalística.

 


Publicação em suplemento nacional no verão

O resultado final do trabalho desenvolvido pelas discentes será publicado num suplemento e distribuído a nível nacional com o jornal PÚBLICO no decorrer do próximo verão.

segunda-feira, 22 de junho de 2026

Entre Palavras e Imagens: A Revista do Projeto

  A revista agora apresentada constitui o produto comum final deste projeto, assinalando o culminar de um percurso marcado pela criatividade, colaboração e partilha. Ao longo das diversas etapas desenvolvidas, os alunos foram convidados a explorar o tema orientador do projeto, dando-lhe forma através de diferentes linguagens expressivas.

Mais do que um produto final, esta revista representa a memória coletiva de um processo de aprendizagem significativo, em que a voz dos alunos assume um papel central. É, assim, testemunho do empenho de todos os participantes e do valor das experiências educativas que promovem a participação, a interculturalidade e a expressão artística.                                            

Esta publicação reúne um conjunto diversificado de trabalhos da autoria dos nossos alunos, incluindo histórias, poemas e desenhos, que refletem não só a sua imaginação e sensibilidade, mas também o envolvimento ativo em todas as fases do projeto. Cada contributo revela uma interpretação única do tema proposto, evidenciando competências de expressão, reflexão e criatividade.

                                                  https://heyzine.com/flip-book/fb4792bed3.html
                          

sábado, 13 de junho de 2026

TEX leva “A Birra do Morto” ao palco com grande sucesso


O TEX – Teatro Experimental da Xico apresentou recentemente uma nova produção teatral: a adaptação de “A Birra do Morto”, de Vicente Sanches, sob a encenação e adaptação da professora Fernanda Freitas.

As duas sessões decorreram com grande entusiasmo. A primeira teve lugar no dia 15 de maio, perante a comunidade escolar, que encheu a sala para apoiar os jovens atores. Já no dia 12 de junho, a peça voltou a subir ao palco numa sessão dedicada às famílias e aos amigos, que puderam assistir ao talento e à dedicação do grupo.

Ao longo da representação, os alunos do TEX demonstraram à-vontade, empenho e segurança em palco, dando nova vida à comédia absurda e satírica de Vicente Sanches. O público respondeu com muitos risos e aplausos prolongados, confirmando o sucesso desta iniciativa teatral. 

                                                      https://youtu.be/r0K8NMGa0YI



sexta-feira, 12 de junho de 2026

Jovens em Movimento pelos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

No âmbito do projeto “Let’s Take Action to Achieve UN 2030 – The Sustainable Development Goals”, a turma 10CT1 desenvolveu um conjunto diversificado de materiais visuais, incluindo cartazes, logótipos, posters e infográficos. Estes trabalhos — entre outros realizados em aplicações de vídeo — refletem o empenho, a criatividade e a consciência crítica dos alunos relativamente aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), evidenciando a importância de agir localmente para promover um futuro mais sustentável e inclusivo.

Através destas produções, os alunos não só aprofundaram os seus conhecimentos sobre os desafios globais atuais, como também deram voz às suas ideias e propostas de mudança, demonstrando que a educação é um motor essencial para a transformação social.



                           https://view.genially.com/637e1994e05ce20019dccf8d

Conhecer as ecovias de Guimarães: Ave e Selho

As turmas 10LH2 e 10CSE1 desenvolveram, na disciplina de Geografia, um trabalho de pesquisa orientado pela professora Conceição Guerra, com a colaboração da professora bibliotecária. A atividade resultou na criação de folhetos informativos destinados à sensibilização da comunidade para as vantagens da utilização das ecovias, os quais foram apresentados em contexto de sala de aula.

Ciência da Escrita - Geografia

https://read.bookcreator.com/imO2N72KAgVFuiyolRqWiqcHrLF2/W0W91IsoR0iL-73L25asFA


Aprender com Wangari: língua, arte e valores

 Na aula de Inglês, os alunos com medidas adicionais desenvolveram um trabalho criativo a partir do livro Wangari, explorando a história através da tradução de alguns excertos e da sua ilustração digital. Esta atividade permitiu não só o contacto com a língua inglesa de forma acessível e significativa, mas também a expressão artística e o reforço de valores como a perseverança e o cuidado com o ambiente. O vídeo que se segue apresenta o resultado deste trabalho, refletindo o empenho e a sensibilidade dos alunos ao longo de todo o processo.

quarta-feira, 10 de junho de 2026

Espaços Verdes Urbanos: Respirar Sustentabilidade nas Cidades


No âmbito da exploração das temáticas “Mobilidade sustentável e regeneração urbana” e “Guimarães 2026: Capital Verde”, a professora Alexandra Mendes desenvolveu, com a turma 11LH4, um conjunto de atividades centradas na importância dos espaços verdes urbanos.

Os alunos produziram dois vídeos sobre esta temática, recorrendo a ferramentas digitais como o Canva, o Suno e o NotebookLM. Este trabalho enquadra-se no estudo das áreas urbanas e evidencia a importância do planeamento sustentável, da valorização dos espaços verdes e da promoção de uma cidadania ativa e informada.

Através destas iniciativas, o projeto “Ciência da Escrita” continua a afirmar-se como um espaço de articulação entre conhecimento, criatividade e consciência cívica, aproximando os alunos dos desafios contemporâneos e incentivando uma participação ativa na comunidade.