quinta-feira, 8 de fevereiro de 2024

Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto

Uma vez mais, a professora Cristina Tomé, elemento da equipa da biblioteca escolar, desenvolveu um conjunto de atividades com as suas turmas, cujos resultados se encontram compilados neste livro que nos leva a refletir sobre a vida das crianças durante a II Guerra Mundial. 

Para ler e refletir...

sábado, 27 de janeiro de 2024

Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto

 Visita a tua biblioteca escolar, onde está patente esta exposição e onde poderás conhecer (ou rever) livros, filmes e fotos sobre o tema.


A professora Cristina Tomé, elemento da equipa da BE, organizou um conjunto de informações e atividades que poderão ser realizadas em sala de aula.



sexta-feira, 26 de janeiro de 2024

Visita ao Museu do Holocausto


Visita ao museu do Holocausto - Porto

No passado dia 26 de janeiro, realizou-se uma visita de estudo ao Porto, mais concretamente ao Museu do Holocausto, visto que no dia seguinte, dia 27 de janeiro, se celebra o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto.

A visita iniciou-se perto das 11h, numa sala onde a guia nos contextualizou sobre o Holocausto. Conseguimos perceber que a Segunda Guerra Mundial provocou um genocídio de 5 700 000 judeus, já que estes eram vistos como uma ameaça à “Super Raça” (a raça ariana). Os judeus do Ocidente eram bastante cultos e isso era uma ameaça tremenda àqueles que queriam impor os seus ideais. Estes frequentavam universidades, trabalhavam na banca e participavam nas forças armadas. As escolas religiosas judaicas chamadas de yeshiva eram frequentadas pelos mais jovens. Os judeus encontravam-se espalhados por todos os continentes e eram totalmente contra a raça ariana, sendo esta uma das razões para que ocorressem campanhas oficiais contra os judeus tais como: “Libertem-se do dinheiro judaico” “Alemães libertem-se do judeu”. O ódio aos judeus levou à própria invasão da União Soviética que os nacionais-socialistas consideravam de “base racial judaica” e “um antro de judeus”, apesar de as populações judaicas estarem submetidas a perseguições constantes por outros regimes totalitários e ateístas.

Foi possível compreender que não eram só os judeus que eram deportados para os campos de concentrção, pessoas com necessidades motoras ou psicológicas, homossexuais e negros também eram imediatamente deportados. Para além disso, mesmo aqueles que tivessem características da raça ariana (olhos claros e cabelos loiros) eram deportados para os campos, caso fossem judeus.

Um dos campos de concentração mais conhecidos é o de Auschwitz, na Polónia e foi na segunda sala que vimos uma projeção do campo, bem como o letreiro que se encontra à entrada que nos diz “O trabalho liberta”, como é possível observar na imagem abaixo.

                      Fonte: RTP, https://media.rtp.pt/antena3/ouvir/visita-guiada-ao-museu-do-holocausto-no-porto/

 

Foi também nesta sala que percebemos que este campo de concentração é do tamanho de 140 campos de futebol juntos. Foram, então, estabelecidos três campos de concentração: Auschwitz I, onde se encontra a placa presente na imagem e era um campo de trabalho; Auschwitz II (também conhecido por Auschwitz-Birkenau) campo de extermínio; Auschwitz III (também conhecido por Auschwitz-Monowitz), também campo de trabalho.

De seguida, passamos por um corredor com a representação das camas presentes nos dormitórios dos campos bem como algumas imagens da época.