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sexta-feira, 11 de maio de 2018

O teatro por dentro e por fora


CONHECER OS BASTIDORES DO TEATRO DO CCVF 

UM TEATRO POR DENTRO E POR FORA
O teatro português, também conhecido por ser a segunda arte, surgiu nos alvores do séc. XVI através de Gil Vicente. Este é um conjunto de emoções e expressões faciais, bem como corporais de quem o realiza, transmitindo ao espectador realidades e sensações novas, tais como expectativas diferentes em relação à obra ou mesmo em relação ao teatro em si.
Assim, e para sensibilizar os jovens para a importância do teatro, a biblioteca escolar e a professora de Literatura Portuguesa, organizaram uma visita de estudo que levou os alunos à descoberta dos seus bastidores e ao reconhecimento de uma linguagem que já lhes era familiar do estudo do texto dramático. A visita integrou-se no projeto "Vai e Vem", do Serviço Educativo do Centro Cultural Vila Flor. No dia 12 de março, a turma 10LH4 teve a oportunidade de ver os bastidores do teatro e, no mesmo, segundo as suas palavras, puderam aplicar o provérbio “Nem tudo o que parece é!”, uma vez que pensavam "que realizar uma peça de teatro não era algo tão exigente, e quando nos deparamos com a realidade é o oposto”.
 Mais tarde, no dia 9 de maio, o "teatro" veio à escola. A atividade que aí teve lugar intitulava-se: "O corpo do espaço pelo corpo no espaço" e baseou-se em técnicas que os atores utilizam quando preparam ou estudam um texto. O ator Nuno Preto escolheu um excerto da obra Húmus, de Raul Brandão, e através das suas indicações, desencadeou uma série de improvisos por parte dos alunos e, assim, proporcionou-se um ambiente de descontração e, simultaneamente, de aprendizagem, visto que todos desconheciam o uso daqueles gestos.
Em suma, a realização deste projeto e as atividades desenvolvidas demonstraram, de facto, que há muito empenho, dedicação e um árduo trabalho para agradar e despertar o interesse do espectador.
Bruna Salgado, Cláudia Costa, 10LH4


quarta-feira, 11 de abril de 2018

VISITA DE ESTUDO A CRACÓVIA



 Entre os dias 6 e 9 de abril de 2018, um grupo de 22 alunos das turmas 11 LH4, 12LH3 e 12LH4, acompanhados pelas professoras Eva Soares, Manuela Paredes e Rosário Ferreira participaram numa visita de estudo a Cracóvia a fim de, "in loco", poderem tomar contacto com a realidade do Holocausto nazi, assim como conhecer um pouco da cultura do povo polaco.
Assim, o primeiro dia foi passando entre a viagem, o alojamento e um primeiro contacto com o centro de Cracóvia.

Na manhã de sábado, dia 7, os alunos e professoras visitaram a catedral e o castelo da cidade.
A parte da tarde foi dedicada ao bairro judeu e a visita à fábrica de Schindler, considerada por todos como uma visita simultaneamente fascinante e arrepiante. O dia de domingo passou-­se entre a visita às minas de sal e aos campos de concentração de Auschwitz e Birkenau. Se a primeira visita fascinou pela grandiosidade e beleza do espaço, a segunda foi um imenso momento de reflexão sobre o que a mente perturbada de alguns homens pode fazer e o sofrimento que pode causar.
Embora possa parecer, esta não foi, de todo, uma visita turística, mas antes um encontro das gerações mais novas com a realidade que, por apenas a conhecerem dos livros, lhes pode parecer romanceada. Como alguém disse no final: "esta foi a mais importante aula de história que tivemos”.
Os alunos viram, aprenderam e cresceram enquanto seres pertencentes a uma sociedade que parece valorizar cada vez mais o virtual do que o real e o confronto com a realidade é fundamental para a concretização de uma juventude consciente, empenhada e comprometida com o mundo que é nosso.






quinta-feira, 9 de março de 2017

Semana Concelhia da Leitura

Visita de Estudo ao Litoral Norte

Causas e as consequências da degradação do cordão dunar

Esta visita insere-se no âmbito do projeto da biblioteca escolar ("Da Penha vê-se o mar") e constitui uma importante estratégia para consolidação e ampliação dos conhecimentos abordados no domínio curricular da disciplina de Biologia e Geologia do 11º ano, com especial enfâse para o capítulo 1 do tema 4 “Ocupação Antrópica e Problemas de Ordenamento”.


sábado, 7 de junho de 2014

LER+MAR - VISITA A AVEIRO

Visita de estudo à cidade de Aveiro
Aveiro é uma cidade que esteve desde sempre ligada a atividades económicas, onde a produção de sal e o comércio naval se refletem nas suas mais valias. Dos sítios turísticos a visitar, e com uma importância fulcral para a economia local, podemos assinalar: A Ria de Aveiro, as Salinas, a Costa Nova e a Praia da Barra, o Farol da Barra e a Doca de Pesca.
No dia 5 de Junho, a turma 10CSE1 e a turma 10LH4, realizaram uma visita de estudo à cidade de Aveiro, no âmbito da disciplina de Geografia A, acompanhadas pelas docentes Carla Mota e Natália Fonte. A visita de estudo teve como objetivo conhecer melhor as potencialidades do litoral e a atividade piscatória da região.
Iniciámos a visita com a deslocação à Doca de Aveiro, onde visitámos a lota. Aí ficamos a saber como funcionava o comércio do peixe, desde a descarga, por parte dos pescadores, à recolha e pesagem e, por fim, à venda local e à entrega para revenda. De realçar que os peixes mais pescados na zona são a dourada e o sargo.
Ainda na Doca vimos o interior de um barco de pesca.
A paragem seguinte foi na Praia da Costa Nova, onde fizemos uma pausa para almoçar e explorar uma das excelentes praias do nosso território. Pudemos apreciar a beleza pitoresca dos “palheiros”, habitações às riscas, das mais diversas cores, típicas desta praia.
O Farol da Barra foi a paragem seguinte. Verificámos que este é o maior farol de Portugal, registando 62 m de altura. Deste ponto, conseguimos ter uma perspetiva de toda a cidade, podendo apreciar a beleza das suas praias, especialmente a Praia da Barra.
Por último, agendada na nossa visita de estudo, estava marcada uma visita aos canais da Ria de Aveiro. O nome correto para a “ria” é haff-delta, porque não se trata da foz de um rio que desagua por vários braços, mas de uma laguna separada do mar por faixas arenosas, que acompanham a linha da costa. Explorámos a “ria” nos famosos moliceiros, que são barcos artesanais, feitos de pinheiro bravo para suportar a salinidade. Antigamente utilizados na apanha do moliço (algas utilizadas para fertilização dos terrenos agrícolas) são, hoje, usados como transportes turísticos e um dos ex-líbris da cidade.
Viajámos por vários hectares de “ria”, ao sabor dos sublimes e saborosos ovos moles (doce tradicional da região), cortesia dos responsáveis pela visita. Ao longo desta viagem, para além do património natural e paisagístico, fomos apreciando a cidade e o seu património edificado numa perspetiva realmente bonita.

              Sara Fonseca,10LH4

“A vida é uma escalada, mas a vista é linda”
Visita de Estudo a Aveiro 
Tudo começou às 8:30, com os olhos inchados e o corpo a pedir para voltar para a cama. Apesar disso, uma vontade incontrolável de partir para um dia repleto de novas experiências.
Quando chegámos à cidade de Aveiro, o primeiro local que visitámos foi a doca. Explicaram-nos como tudo funcionava, desde o momento em que o peixe chegava, até ele ser vendido por uma espécie de leilão. Mostraram-nos o polvo acabado de sair do mar e, sinceramente, acho que nunca mais quero voltar a comê-lo. Dois dos momentos mais engraçados ocorreram quando entrámos nos barcos de pesca e pegámos num peixe (que por sua vez era horrível), mas que rapidamente fez furor, pois todos queriam pegar e tirar fotos com ele inclusive as tão famosas “selfies”.
Depois de uma manhã tão atribulada, fizemos uma pausa para o almoço na Costa Nova, onde tivemos tempo para passear à beira-mar e contemplar as casas coloridas que se estendem ao longo da costa e que nos fazem vontade de querer viver lá. O tempo estava ótimo e o azul do céu fundia-se com o azul do mar.
Entretanto, fomos ao Farol da Barra, o maior de Portugal, e que é um instrumento de ajuda à orientação dos barcos. Subir as 271 escadas que ele tem foi uma tortura, mas quando estamos no cimo, a vista e a sensação que sentimos fez-nos esquecer todo o cansaço do corpo e o medo que sentimos. Fez-me recordar a frase “a vida é uma escalada, mas a vista é linda” que se encaixa perfeitamente no contexto desta situação.
Por fim, tivemos um passeio maravilhoso nos barcos típicos da região, os Moliceiros. Foi uma experiência ótima…poder passear nas águas da Laguna de Aveiro e conhecer a cidade no barco, ao sabor da brisa que se fazia sentir.
Não posso deixar de registar, também, um dos pontos mais altos deste passeio: deram-nos a saborear o doce típico da região, os tão deliciosos ovos moles que são de comer e chorar por mais.
Ao regressar a Guimarães, já sentíamos saudades de um dia fantástico partilhado com os nossos amigos e professores que, sem dúvida, irá ser muito bem recordado por cada um de nós.
                            Raquel Lage, 10LH4