quinta-feira, 4 de julho de 2019

Erasmus+ Projeto MELoDY


Uma escola inclusiva não é aquela que trata todos os alunos da mesma maneira. Uma escola inclusiva implica aceitação da diferença e a procura de estratégias que vão ao encontro das aprendizagens destes jovens, sendo uma preocupação o seu bem-estar e uma integração nas atividades escolares com os colegas das diferentes turmas das quais fazem parte. É o que acontece nas nossas escolas do agrupamento, em que estes jovens participam em projetos eTwinning, visitam museus, apreciam a arte e sabem estar em qualquer espaço público, tal como qualquer outro cidadão, ciente do seu papel na sociedade, que tem vindo, gradualmente, também ela, a integrá-los no mercado de trabalho.
A escola é, então, parceira da Desincoop em vários projetos, entre eles, o MELoDY, que juntou o nosso país, a Itália, a Noruega, a Irlanda do Norte – Reino Unido e a Espanha. Em conjunto, procuramos encontrar estratégias que ajudem os professores no processo de inclusão, construindo ferramentas que tornem o ensino mais agradável, motivador e eficaz. A partilha diversificada de experiências torna o projeto desafiador e todos sairemos mais ricos deste projeto.
Foi neste sentido que, no dia 3 de julho tivemos o prazer de partilhar as propostas do IO2 com o grupo de referência, os professores da educação especial do agrupamento, com quem partilhámos as propostas, esperando um trabalho colaborativo. Da equipa do projeto, estiveram presentes a Cecília Pinto e a Eduarda Esperança.
A reunião foi muito profícua, e agradecemos à Dra. Rosalina Pinheiro, diretora do AEFH, pela sua permanente disponibilidade em apoiar os projetos que constituem uma  mais-valia para os nossos jovens.



quarta-feira, 5 de junho de 2019

Erasmus+ projeto MELoDY


Erasmus+
Projeto “MELoDY”

O abandono escolar precoce, devido às dificuldades de aprendizagem, constitui uma inquietação por parte de vários países e deu origem ao projeto MELoDY, que pretende “interpretar, partilhar e promover, com base nas técnicas mais inovadoras a nível europeu e nas melhores práticas ao nível da escola”, recursos passíveis de serem utilizados pelos docentes, quando se confrontam com jovens com dificuldades de aprendizagem e têm de os integrar e motivar para a aprendizagem. No caso português, e de acordo com a legislação em vigor, o público-alvo são os alunos com medidas adicionais. A nossa escola foi convidada pela Desincoop a participar neste projeto, onde estão representados a Itália, enquanto país promotor, a Noruega, a Espanha e Reino Unido - Irlanda do Norte. Todos os países têm realidades diferentes, mas une-os uma só preocupação: a integração efetiva dos jovens com dificuldades de aprendizagem no sistema de ensino que se pretende defensor da igualdade de oportunidades.
Este projeto teve o seu início no ano letivo em curso e, em dezembro, nos dias 10 e 11, os representantes dos vários países reuniram-se em Guimarães, mais concretamente na nossa escola. Foi um momento de encontro de culturas, de maneiras de pensar e de realidades que, afinal, não são assim tão diferentes.
O segundo encontro teve lugar em Oslo, nos dias 5 e 6 de abril. Neste encontro, a Desincoop e a Escola Secundária Francisco de Holanda apresentaram o seu primeiro trabalho sobre o estudo da legislação portuguesa a partir da década de 70 à atualmente em vigor. Com a reforma de 1973, o Ministério da Educação, lançou, pela primeira vez, as bases para iniciar um processo de transformação e modernização da Educação Especial em Portugal. Naquela época, após uma grande reflexão no sistema nacionalista, foi publicada a Lei nº 5/73 de 25 de julho, que aprovava as bases, a que deveria obedecer a reforma do sistema educativo, para além de estender o conceito de educação no espaço escolar; passou a incluir outras atividades, que contribuíam para a formação dos indivíduos, dentro da família, noutros grupos primários e sociais e grupos profissionais. Pretendia-seAssegurar a todos os Portugueses o direito à educação, mediante o acesso aos vários graus de ensino e aos bens da cultura, sem outra distinção que não seja a resultante da capacidade e dos méritos de cada um…”
O novo Decreto-Lei 54/2018, de 06 de julho, sobre educação inclusiva, juntamente com o Decreto-lei 55/2018, de 07 de julho, sobre currículo, pretende promover uma escola inclusiva, cuja missão é promover o sucesso educativo de todos os alunos, garantindo a equidade educativa no acesso e nos resultados.  É imprescindível que os seus princípios orientadores sejam influenciados por todos os seus atores (gestores, professores, funcionários não docentes), com a organização dos recursos, dos meios e a qualidade de intervenção com os alunos, fundamentais para que as escolas se constituam como verdadeiros espaços de inclusão para todos. É, ainda, fundamental a participação ativa das famílias para que haja sucesso educativo e uma plena inclusão dos jovens.
O MELoDY pretende, com a colaboração dos diferentes países envolvidos, ser uma mais-valia numa sociedade mais justa, em que a diferença é um direito e não uma castração.



quinta-feira, 2 de maio de 2019

terça-feira, 30 de abril de 2019

Concurso Nacional de Leitura - Fase Intermunicipal

Ontem, teve lugar na Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco, Vila Nova de Famalicão, Fase Intermunicipal da CIM do Ave, o Concurso Nacional de Leitura 2019. Parabéns às nossas alunas Sofia Navarro e Lígia Fernandes que passaram à Fase Nacional do Concurso Nacional de Leitura.Esta terá lugar no auditório Altice – Forum de Braga, no dia 25 de maio. As bibliotecas escolares da EB1/JI de Santa Luzia e da Escola Secundária Francisco de Holanda, felicitam os alunos, jovens leitores, pelos seus resultados!

segunda-feira, 29 de abril de 2019

Livre com um livro

Um dia...todos serão lembrados

À semelhança dos anos anteriores, a biblioteca colaborou com a iniciativa do Núcleo de Estudos 25 de Abril, que junta, todos os anos, jovens das diferentes escolas do concelho, através das bibliotecas escolares para preparar um espetáculo a lembrar os valores de Abril.  A representar-nos estiveram os alunos José Luís Viamonte, João Pedro Fiedlher e Francisca Simões.  A encenação esteve a cargo do ator Nuno Preto, que adaptou um texto de “Os Memoráveis” de Lídia Jorge. Esta iniciativa, para além de proporcionar aos alunos a oportunidade de trabalhar com um ator profissional, num espaço, também ele, especial, possibilita o conhecimento e a interação entre jovens de diferentes escolas do concelho e de diferentes faixas etárias. E, acima de tudo...recorda-nos a todos que os ideais de Abril não podem ser esquecidos!





quinta-feira, 25 de abril de 2019

Dia da Liberdade

Com mãos se faz a paz se faz a guerra.
Com mãos tudo se faz e se desfaz.

Com mãos se faz o poema - e são de terra.

Com mãos se faz a guerra - e são a paz.

Com mãos se rasga o mar. Com mãos se lavra.
Não são de pedras estas casas, mas
de mãos. E estão no fruto e na palavra
as mãos que são o canto e são as armas.

E cravam-se no tempo como farpas
as mãos que vês nas coisas transformadas.
Folhas que vão no vento: verdes harpas.

De mãos é cada flor, cada cidade.
Ninguém pode vencer estas espadas:
nas tuas mãos começa a liberdade.
                                Manuel Alegre





sexta-feira, 29 de março de 2019

Encontro com o Dr. Carlos Guimarães


O Dr. Carlos Guimarães, veio uma vez mais à nossa escola para nos falar sobre o seu último livro, "Palavras soltas de um escritor falhado" (2018). 

A sessão contou com múltiplas leituras, ora do autor, ora dos jovens presentes. Uma sessão que cativou, sem dúvida, novos leitores de uma poesia que nos faz refletir sobre nós, sobre os outros...Um muito obrigada ao nosso convidado!




sexta-feira, 22 de março de 2019

Exposição do Centenário da Pneumónica

Teve, hoje, lugar o encerramento da exposição do Centenário da Pneumónica. O Dr, Francisco George não pôde estar presente, devido à tragédia em Moçambique, para onde se deslocou, tendo os professores João Pacheco e Manuel Barbosa (da Cruz Vermelha Portuguesa - delegação de Guimarães) tomado a palavra. O primeiro para nos falar de aspetos mais científicos ligados à gripe, relembrando o número de mortes provocadas por esta calamidade. O segundo, para destacar a ação da Cruz Vermelha Portuguesa, nessa altura e hoje.