A professora Graça Lopes, após análise dos trabalhos dos alunos, selecionou o que de melhor tinha cada um deles, resultando um só trabalho que partilhamos.
sexta-feira, 26 de maio de 2017
quinta-feira, 25 de maio de 2017
Ler+mar: Trabalhos dos alunos
Após a visita de estudo ao Litoral Norte, integrado no projeto Ler+mar, em que os professores João Pacheco, Conceição Silva, Graça Lopes, Cecília Dias aceitaram o desafio de trabalhar os conteúdos programáticos em parceria com o projeto da biblioteca escolar.
Os alunos deveriam ser o guião, da responsabilidade do professor João Pacheco e, abaixo, podemos consultar o resultado desse trabalho.
terça-feira, 9 de maio de 2017
sexta-feira, 5 de maio de 2017
Semana Europeia da Juventude
No dia 5, os alunos saíram para a
rua, no peddy-paper "Em busca do conhecimento", em busca de informações, que os ajudarão a crescer
enquanto cidadãos.
Os alunos saíram, desta Semana Europeia da Juventude, mais (in)formados,
conhecendo melhor os colegas, pondo à prova as suas competências linguísticas.
Conseguiu-se alcançar o grande objetivo: dar a conhecer aos jovens o modo como
se podem integrar na construção do projeto Europeu.
quinta-feira, 4 de maio de 2017
quarta-feira, 3 de maio de 2017
Semana Europeia da Juventude
Semana Europeia da Juventude
A Dr.ª Luísa Oliveira, presidente da Desincoop Crl
desafiou, uma vez mais, a biblioteca escolar, as turmas do 10º e 11º anos, do
curso Técnico de Marketing, orientadas pela professora Eduarda Esperança, o 11º
ano do curso Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos, orientados pela
professora Bárbara Cleto. O ensino profissional foi escolhido para organizar e
participar nos eventos
“Atalhos sem fim”, Caminhos inumeráveis” e “Em busca do conhecimento”.
Assim, no dia 3 de maio, as
turmas do 10º e 11º anos, do ensino profissional, participaram no evento “Atalhos sem fim”, em que tiveram de comunicar em inglês, interagindo
com colegas de diferentes turmas.
quinta-feira, 27 de abril de 2017
Livre com um livro
Uma vez mais, a biblioteca da escola-sede do Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda aceitou o desafio do Núcleo de Estudos 25 de Abril que, em parceria com o Serviço Educativo d’A Oficina e as Bibliotecas Escolares do Concelho de Guimarães, celebra a LIBERDADE e a LEITURA.
Os ensaios decorreram ao longo de 4 dias, na pausa letiva da Páscoa, entre 10 e 13 de abril, entre as 15.00h-18.00h, tendo o ensaio geral sido no dia 22, na Black Box da PAC.
O espetáculo, aberto à comunidade, teve lugar no dia 23 de abril, com texto fantástico que resultou da fusão de excertos da obra de Raúl Brandão, "A pedra ainda espera dar flor" com o poema de Joaquim Salgado de Almeida, "Pinta-me Abril outra vez!!!".
terça-feira, 25 de abril de 2017
Celebrando Abril
Hoje, a nossa árvore veste-se de cravos, não deixando esquecer a Revolução que nos devolveu a liberdade. Lembramos, assim, que é preciso não deixar esmorecer a ...verdade, a liberdade, a justiça! Ficamos com o poema de Joaquim Salgado de Almeida, para ler e refletir.
Pinta-me Abril outra vez!!!
No tempo da “Outra Senhora”,
o Zé queria ser pintor.
Tinha pelo na venta
A sinistra criatura,
Mal cheirosa, bafienta.
Gostava da “dita dura”.
Por isso, estava sempre a tramar o Zé. (Não digo a outra palavra, pois bem feia ela é.)
E a dita dizia :- tu vais ser é lavrador,
ou então vais para o “cotão”…
agora artista, pensador, isso não!
E “a bem da Nação”, vais prà tropa,
vais ser carne pra canhão!
Era assim o mundo do tempo da “Outra Senhora”,
cinzento e opressor…
E o ZÉ queria ser Pintor!...
Até que um dia, era Abril,
justamente dos quartéis,
capitães, praças ,furriéis,
saíram pra rua,
e à opressão
disseram Não!
Foi de vela a “dita cuja”,
Foi-se o cheiro bafioso.
O sol sorriu pra todos,
Aroma de Primavera!
Ao Zé deram pincéis,
Deram tintas e uma tela.
- Pinta o País Novo,
e a alegria deste povo.
E o Zé pintou, cravos e mais cravos,
Bandeiras e mais bandeiras,
Tudo de um vermelho vivo, como a alegria do povo.
O único elemento branco,
era uma gaivota que,
voava, voava…
Ainda pintava o Zé, e já uns mirones diziam: - A pintura está muito forte, deve ser esbatida…
O Zé deu ouvidos aos opinantes, e adicionou branco ao vermelho, repintando a composição.
Foram-se os cravos e as bandeiras,
agora era tudo rosa, até as flores…
Da obra inicial, apenas a gaivota, transferida para o fundo da tela.
No seu ouvido direito alguém sussurrou : - com essa cor não vais a lado nenhum… enriquece a paleta…
E o Zé assim fez, acrescentou amarelo, a cor do ouro, e a mistura surtiu um laranja, que tomou conta da tela.
E da gaivota, nem vê-la…
- Refaz a pintura, diziam do outro lado…
E o Zé já estava a ficar baralhado.
Então alguém disse: - precisas é de aprender,
tira um curso de pintura,
há dinheiro para isso.
Inscreveu-se o Zé no curso,
pago pela “Grande Senhora”
com residência em Bruxelas.
Nas aulas nada aprendeu,
que o dinheiro para elas,
sumiu, desapareceu…
- Ó Zézinho, se queres pintar, vai por mim, que eu é que sei…
- Zézinho, não faças isso, mete-lhe azul , okei?!…
E o Zézinho cada vez mais baralhado
sentia-se pobre e angustiado.
Curiosamente, os opinadores
Tornavam-se em grandes senhores…
À s vozes mais solidárias,
Não dava ouvidos o Zé.
- Os Senhores do capital,
É que sabem como é.
E assim, num triste fado,
Só ouvia dois ou três,
Mexia e remexia,
Sempre a mesma porcaria.
De tanta mistura na obra,
ficou borrada a pintura.
As cores agora na tela,
mais parecem da ditadura.
- Pinta-me Abril outra vez
Com paixão e com afinco.
Não ponhas lá o “primeiro”,
Pinta-me o VINTE E CINCO!!!
No tempo da “Outra Senhora”,
o Zé queria ser pintor.
Tinha pelo na venta
A sinistra criatura,
Mal cheirosa, bafienta.
Gostava da “dita dura”.
Por isso, estava sempre a tramar o Zé. (Não digo a outra palavra, pois bem feia ela é.)
E a dita dizia :- tu vais ser é lavrador,
ou então vais para o “cotão”…
agora artista, pensador, isso não!
E “a bem da Nação”, vais prà tropa,
vais ser carne pra canhão!
Era assim o mundo do tempo da “Outra Senhora”,
cinzento e opressor…
E o ZÉ queria ser Pintor!...
Até que um dia, era Abril,
justamente dos quartéis,
capitães, praças ,furriéis,
saíram pra rua,
e à opressão
disseram Não!
Foi de vela a “dita cuja”,
Foi-se o cheiro bafioso.
O sol sorriu pra todos,
Aroma de Primavera!
Ao Zé deram pincéis,
Deram tintas e uma tela.
- Pinta o País Novo,
e a alegria deste povo.
E o Zé pintou, cravos e mais cravos,
Bandeiras e mais bandeiras,
Tudo de um vermelho vivo, como a alegria do povo.
O único elemento branco,
era uma gaivota que,
voava, voava…
Ainda pintava o Zé, e já uns mirones diziam: - A pintura está muito forte, deve ser esbatida…
O Zé deu ouvidos aos opinantes, e adicionou branco ao vermelho, repintando a composição.
Foram-se os cravos e as bandeiras,
agora era tudo rosa, até as flores…
Da obra inicial, apenas a gaivota, transferida para o fundo da tela.
No seu ouvido direito alguém sussurrou : - com essa cor não vais a lado nenhum… enriquece a paleta…
E o Zé assim fez, acrescentou amarelo, a cor do ouro, e a mistura surtiu um laranja, que tomou conta da tela.
E da gaivota, nem vê-la…
- Refaz a pintura, diziam do outro lado…
E o Zé já estava a ficar baralhado.
Então alguém disse: - precisas é de aprender,
tira um curso de pintura,
há dinheiro para isso.
Inscreveu-se o Zé no curso,
pago pela “Grande Senhora”
com residência em Bruxelas.
Nas aulas nada aprendeu,
que o dinheiro para elas,
sumiu, desapareceu…
- Ó Zézinho, se queres pintar, vai por mim, que eu é que sei…
- Zézinho, não faças isso, mete-lhe azul , okei?!…
E o Zézinho cada vez mais baralhado
sentia-se pobre e angustiado.
Curiosamente, os opinadores
Tornavam-se em grandes senhores…
À s vozes mais solidárias,
Não dava ouvidos o Zé.
- Os Senhores do capital,
É que sabem como é.
E assim, num triste fado,
Só ouvia dois ou três,
Mexia e remexia,
Sempre a mesma porcaria.
De tanta mistura na obra,
ficou borrada a pintura.
As cores agora na tela,
mais parecem da ditadura.
- Pinta-me Abril outra vez
Com paixão e com afinco.
Não ponhas lá o “primeiro”,
Pinta-me o VINTE E CINCO!!!
J.A. Salgado Almeida
quinta-feira, 6 de abril de 2017
quarta-feira, 5 de abril de 2017
QR Literário
No dia 3, as bibliotecas escolares (escola-sede e Eb2,3 Egas Moniz) organizaram um QR Literário, tendo contado com a colaboração da Dra. Luísa Oliveira, da Desincoop, com quem temos tido o prazer de trabalhar. Os participantes ficaram a conhecer um pouco mais da sua cidade, das suas instituições e dos seus escritores. Espalharam os valores pela cidade. Fizeram-no, divertindo-se! Há melhor forma de aprender?
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