sábado, 22 de dezembro de 2012

Atividades

No dia catorze de dezembro, na biblioteca da nossa escola, os alunos das turmas 10 TSE e 11 TSE puderam aprender um pouco mais sobre os usos e costumes da celebração do Natal em França bem como da gastronomia francesa característica desta época. Françoise Tissier, uma cidadã francesa a residir em Guimarães, que nos tem apoiado na divulgação da cultura e tradições francesas, explorou alguns diapositivos sobre as origens pagãs, religiosas e culturais desta época e dos conceitos que a envolvem. A apresentação foi esclarecedora e cativante. No final, os alunos puderam deliciar-se com algumas iguarias francesas desta ocasião festiva, como podemos constatar pelas fotos que ilustram a atividade.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Atividades

A colega Marta Borges partilhou com as bibliotecas interessadas, em que se incluiu a nossa, vários materiais e sugestões para o dia 10 de dezembro – dia em que se comemora a Declaração Universal dos Direitos do Homem e do Cidadão. Partindo do lema “A biblioteca quebra o silêncio” a nossa biblioteca partilhou com os colegas o vídeo “Tráfico de Seres Humanos Alerta - Biblioteca quebra o Silêncio” realizado pela equipa da BE de Tabuaço, partindo-se daí para o debate. O silêncio “foi quebrado”. Os nossos jovens ficaram sensibilizados e, por vezes, espantados com o que ainda acontece hoje, mesmo ao nosso lado. Esperamos chegar a outros públicos e que, cada um, reflita se este é o mundo que queremos!

Também no dia 10 de dezembro, a colega Manuela Fernandes (que leciona a disciplina de Português) trouxe à biblioteca uma adaptação de “O diário de Anne Frank”, cujos protagonistas fazem parte da turma TSE, do 10º ano. Professora e alunos estão de parabéns pelo trabalho realizado, que de forma lúdica, levou os alunos/atores e aqueles que os viram representar, a repensar a 2ª guerra mundial, perspetivada pela vivência de Anne Frank, jovem vítima de uma guerra, que não lhe permitiu ser criança. Eis o texto ilustrado com algumas fotos da representação.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Encontro com Pedro Guilherme Moreira

 

A poesia de Carlos Poças Falcão foi apresentada na Francisco de Holanda


Jovens alunos puderam ter o primeiro contacto com a obra "Arte Nenhuma" do professor Carlos Poças Falcão, na Escola Francisco de Holanda. Há também uma sessão marcada para o lançamento do livro, amanhã, na associação Convívio. Chama-se "Arte Nenhuma", mas de arte tem tudo. A mais recente obra de poesia de Carlos Poças Falcão, professor da Escola Secundária Francisco de Holanda, foi apresentada à comunidade escolar na última quinta-feira, numa sala repleta. A obra trata-se de uma antologia da poesia publicada em livro, mas também em algumas revistas e imprensa, que vai desde 1987 até 2012. Estamos perante "um grande poeta" descreve o editor José Manuel Costa, da Opera Omnia, que diz ainda haver esperança para o mercado da poesia em Portugal. "Em termos materiais é um investimento da editora, mas o investimento é mais do poeta", salienta, visivelmente lisonjeado pela opção do autor. De acordo com Salgado Almeida, também ele poeta e ex-aluno de Carlos Poças Falcão, a quem coube a apresentação de "Arte Nenhuma", estamos perante um livro que revela "uma sequência organizada de forma cronológica, que denota um percurso consistente, inquestionável e quase definitivo" deste autor que diz não saber falar de poesia. Entre leituras de alguns poemas, por parte dos alunos, que dinamizaram a sessão de apresentação, Carlos Poças Falcão tentou amenizar "o medo" de se ler poesia. Deixando a sua obra para segundo plano, o poeta aproveitou a plateia jovem para encorajar os alunos para este tipo de leitura. “Não se atrapalhem e tenham coragem, porque os poemas não são assim tão misteriosos”, alertou, definindo os poemas como convites aos leitores para entrar num novo mundo. Partir para os poemas sem pressas, de maneira simples e sem receio de não entender tudo é uma mensagem que ficou gravada neste dia, mas foi deixado também o aviso de que é preciso ter um vocabulário acima "do das baleias, que têm cerca de 600 signos vocálicos", sublinhou. Carlos Poças Falcão diz, no entanto, ter uma escrita acessível para ser compreendido, mas ironicamente diz também não estar muito preocupado com isso. "Também dizem por aí o que são quatro milhões de euros e eu não entendo nada disso", relata em tom de brincadeira para um público que ainda vai a tempo de adquirir competências linguísticas para se encontrar com a obra de Carlos Poças Falcão. Como escreve o poeta num dos textos de "Arte Nenhuma", "nada se procura quando nada existe encontro". E foi esse encontro que tentou transmitir aos alunos para que depois procurem a poesia. Convívio recebe lançamento do livro A associação Convívio, em colaboração com a editora Opera Omnia, estão a preparar para amanhã o lançamento de "Arte Nenhuma" de Carlos Poças Falcão. A sessão começa às 
21 h30 na sede da associação, no Largo da Misericórdia. 
 Sandra Freitas
 in O POVO, de 23 de novembro de 2012

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Encontro com Carlos Poças Falcão




A Escola Secundária Francisco de Holanda tem o prazer de convidar toda a comunidade Vimaranense para a apresentação do livro “Arte Nenhuma” do escritor Carlos Poças Falcão, professor deste estabelecimento de ensino, que terá lugar no auditório desta escola, no próximo dia 15, pelas 15:30 horas.




segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Recordando Manuel António Pina


Manuel António Pina (Sabugal, 18 de novembro de 1943 — Porto, 19 de outubro de 2012) foi um jornalista e escritor português, premiado em 2011 com o Prémio Camões.





terça-feira, 17 de julho de 2012

TEX PRESENTE NA CAPITAL EUROPEIA DA CULTURA





No dia 28 de junho, pelas 18:00h, o grupo de teatro TEX, apresentou a peça O Velho de Horta, uma adaptação da peça de Gil Vicente, no Largo da Igreja de S. Francisco, no âmbito do projeto Aqui Nasceu Portugal, a convite da Tempos Cruzados – programa associativo, área da programação oficial de Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura, sendo a cenografia da responsabilidade de Luís Taklim, aluno da ESAP – Guimarães. A representação, que foi mais uma prova da excelência dos nossos alunos, esteve a cargo da Elinete Megda, ficando aqui o agradecimento pela disponibilidade e profissionalismo com que ensaia os nossos jovens.
No dia 6 de julho, pelas 21:30, o grupo apresentou, pela última vez, a peça em questão, na Associação Trovadores do Cano.
Prevê-se que a peça possa ser representada nas escolas do concelho, no início do próximo ano letivo.

TEX participa no II Festival de Teatro Santos Simões com “O velho da horta”


O velho da Horta, Gil Vicente

À semelhança do ano letivo anterior, o grupo de teatro da Escola Secundária Francisco de Holanda – TEX (Teatro Experimental da Xico) participou em mais um festival de teatro promovido pela Escola Santos Simões, que teve lugar nos dias 20 e 21 de abril, no auditório da Universidade do Minho, e que contou com a participação de várias escolas. O nosso grupo levou à cena uma adaptação da peça de Gil Vicente, “O velho da horta”, encenado por Elinete Megda, que tem acompanhado e orientado estes jovens ao longo do seu percurso teatral, sempre com rigor e profissionalismo, adaptando, muitas vezes, o horário dos ensaios às necessidades do grupo que encena.
Os nossos jovens chegaram e encantaram, mostrando-se o exemplo do que é Viver a Escola, enquanto alunos que não se satisfazem com uma visão de escola que contemple apenas as aulas, as notas, a faculdade. São o exemplo, mais uma vez, de que a Escola é muito mais…e quando o sonho comanda a vida…tudo se torna possível! A sua saída para o ensino superior está próxima e a equipa da biblioteca não pode deixá-los sair sem um agradecimento público, pelo exemplo que são, pelo empenho com que trabalham, pelo seu sorriso, mesmo quando estão cansados e sobrecarregados de trabalho, pois a concretização dos seus projetos de vida implicam muito estudo e dedicação. Felicidades e sucesso para o futuro destes jovens, que ainda vamos ter o prazer de ver representar novamente “O velho da horta” em junho, no âmbito do projeto “Tempos Cruzados”.
                                                 A equipa da biblioteca