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segunda-feira, 11 de março de 2019

Encontro com o poeta Carlos Poças Falcão

Iniciámos a Semana da Leitura com a vinda do nosso amigo, colega, professor e grande poeta: CARLOS POÇAS FALCÃO. Num auditório repleto de jovens, ouvimos o poeta, que falou do seu percurso dedicado à escrita e nos deliciou com as suas leituras. Também os jovens presentes leram alguns poemas do novo livro "Sombra silêncio", considerado pelo jornal Público, o primeiro entre os dez melhores livros de poesia publicados. Um reconhecimento sempre merecido que nos deixa a todos extremamente felizes.


                                             




quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Dia Mundial da Leitura em Voz Alta


POESIA E MAGIA

A biblioteca escolar da escola sede respondeu ao desafio lançado pelo PNL, e comemorou o "Dia Mundial da Leitura em Voz Alta". A professora Manuela Paredes, coordenadora da biblioteca escolar, juntamente com o colega João Salgado de Almeida, elemento da sua equipa, fizeram uma seleção de poemas de Herberto Helder, do livro “As Magias” e, após contacto com os Serviços Educativos do CIAJG, deslocou-se, no dia 30, pelas 10:00 h. ao espaço referido para fazer essas leituras, que partilhámos abaixo. Cultura, leitura, poesia, amizade, tudo numa só atividade que proporcionou momentos de prazer e descontração. Afinal, a leitura é sinónimo de prazer e a leitura partilhada, em voz alta, num ambiente tão excecional como é o espaço museológico José de Guimarães, é uma experiência única, que deleitou todos os envolvidos e que, esperámos, agrade a quem assistir agora ao seu visionamento. Fica o agradecimento à Marta Silva, dos Serviços Educativos da Oficina, que nos permitiu o acesso ao espaço.






quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Hotel Zurique

Ontem, dia 11, o nosso poeta, João Almeida, apresentou o seu novo livro "Hotel Zurique", no auditório da nossa escola. Para ouvi-lo estiveram as turmas do 12º LH3, 10º CT7 e 11º TDS assim como colegas e amigos. Uma sessão em que a poesia se aproximou de nós, nos tocou e foi impossível não deixá-la entrar! O nosso muito obrigada ao poeta, por estes momentos fantásticos!




terça-feira, 3 de outubro de 2017

Comemoração do Dia Europeu das Línguas

Entre os dias 26 e 29 de setembro, o Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda lembrou a importância das línguas: da nossa língua materna, do Inglês e do Francês. Fê-lo através de contos e de poemas. O domínio das línguas é fundamental, hoje mais do que nunca, pois só assim poderemos comunicar num mundo global...MAS não quisemos esquecer a beleza das línguas nos contos, na poesia, no romance...

Na biblioteca

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Nas aulas

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Algum material usado pelos professores e/ou exposto na biblioteca


       

         

         





                  

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Livre com um livro

 Pelo segundo ano, os nossos jovens, Gonçalo, Soraia (do 8º ano), André (10º ano), Beatriz, Susana e Linda (12º ano) encontraram-se na Black Box da Plataforma das Artes para participarem numa oficina, orientada pela Carla e pelo Igor, do Teatro de Ferro, a convite do Núcleo 25 de Abril. Aí aprenderam as palavras da liberdade, pelas palavras de Sophia de Mello Breyner, de Manuel António Pina, Bertold Brecht,... entre os dias 1, 2, 18 e 19 de abril. 

  Parabéns a todos! Obrigada ao Núcleo 25 de Abril por esta oportunidade que proporciona aos nossos jovens e, sempre, ao Igor e à Carla pelo seu excelente trabalho, pela capacidade transformadora dos nossos jovens que, começando como uma semente, nos permitem vê-los desabrochar e metamorfosearem-se em belíssimas flores.


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segunda-feira, 23 de março de 2015

Semana da Leitura

“ONTEM e HOJE: palavras que aproximam”


Foi assim intitulada a conversa que decorreu no dia 18 de março, no âmbito das atividades da Semana Aberta, com a chancela da nossa Biblioteca e orientada pelo Professor João Salgado de Almeida, no museu da escola. Nenhum outro lugar poderia acolher de forma mais harmoniosa os assuntos aí abordados, não só pela ligação óbvia do passado ao presente que o espaço consente, como também porque proporcionou um discurso despretensioso e intimista com os alunos presentes.
   A sessão começou por abrir as portas ao aluno Rui Freitas (11ºCSE2), para que este partilhasse com os colegas o texto que elaborou para a disciplina de Português e que traduz na perfeição o título atribuído à atividade. Assim, o Rui leu com convicção um texto denominado Sermão de um professor cansado à bicharada do recreio que, como se pode facilmente deduzir, constitui um pastiche, uma espécie de colagem, do famoso e brilhante texto de Padre António Vieira, Sermão de Santo António (aos peixes)”, decalcando a sua estrutura, mas abordando, desta vez, não o universo colonialista que se vivia no Brasil no século XVII, mas o ambiente escolar do século XXI (ainda que restringindo-o ao espaço da nossa escola), procurando manter o mesmo espírito crítico e pedagógico. Estavam assim as palavras de ONTEM transformadas em palavras de HOJE, numa aproximação que confirma a intemporalidade e as potencialidades dos textos de exceção.
    Terminado o preâmbulo, tomou então a palavra o Professor Salgado de Almeida que nos veio falar de Fanzines, especificamente daquelas que tratam da poesia, explicando-nos que esta nomenclatura terá surgido a partir das abreviações das duas palavras da língua inglesa – fan e magazine (revista) – e que pretende traduzir um conceito definido pelas condições de produção iniciais desde tipo de publicação, ou seja, periódicos artesanais, confecionados manualmente, de forma independente, sem intenção de lucro, ou seja, apenas pelo prazer ler e de escrever e de partilhar com o outro essas palavras peculiares e brilhantes que formam e conformam a poesia. As fanzines surgem, portanto, como alternativa a um mercado vinculado às grandes tiragens e como imagem de resistência a uma produção literária assente na alienação, que vai diretamente ao encontro dos gostos ou da compreensão das massas, excluindo assim, naturalmente, a publicação de poemas do gosto de uma pequena minoria, abstendo-se esse mercado de qualquer missão de caráter educativo.
     Para terminar no mesmo tom, um aluno fez um improviso poético marcado pelo humor e pela boa disposição. E assim "se brincou seriamente com a poesia", pois é este um dos processos que se pode utilizar para começar a cultivar o gosto pelas palavras, como muito bem sabe o nosso poeta Salgado de Almeida.  
                               

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Partilhamos, aqui, a versão reduzida do Sermão de um professor cansado à bicharada do recreio, do Rui Freitas.

                
                                      

sábado, 17 de maio de 2014

Poeta João Salgado de Almeida no Expresso


João Almeida

Opera Omnia, 2014, 56 págs., €9 Poesia

João Almeida (n.1965), um dos nomes menos lembrados da sua geração, é justamente um dos mais singulares, até no que a sua escrita possa ter de guerrilha poética assumida. Não será por acaso que um livro intitulado "As Condições Locais" começa com o poema "Avaria nos Satélites": "Saímos para a rua/ Como se fôssemos os únicos livres/ Na cidade sitiada". Elipse, catarse e denúncia - disto a que chamamos mundo - voltam a aliar-se, num registo tenso inimitável: "Depois, cada vez mais longe/Acima dos sete mil metros/ Ao atravessar a rua/ Vai perguntar em pânico ante o aborrecimento/ O que é isso do mundo". Dir-se-ia, porém, que o registo elegíaco adquire aqui uma mais áspera e intensa nitidez do que nos livros anteriores: "[ ... ] a poesia morreu pela manhã/E o que vier à luz da boca/ Terá de caminhar/ Sobre ruínas pontiagudas". Idêntico desencanto pauta os poemas em que é mais evidente o diálogo com outras escritas, sejam elas a de Kavafis ("Os bárbaros chegaram/Governam com ferro e pandemia") ou a de Joaquim Manuel Magalhães (interpelado em "Um Toldo Vermelho"). Mas é talvez em "Melancolia", aqui virada do avesso, que melhor se dá a ler a implacável radiografia da poética nacional, sem vénias a ninguém e com um timbre tão rude quanto inclemente: "A volta da fogueira regulamentar/Estão sentados oito ou nove poetas/Que se quisessern enlouqueciam/ E não enlouquecem//O calor da fogueira é cama larga/Não cagam até à circuncisão//Quando homens feitos ninguém os atura/Com tanta sabedoria". Estamos em maio, longe dos inevitáveis balanços literários, mas este é sem dúvida um dos grandes livros de poesia portuguesa publicados em 2014.
                                                         
                        Jornal "Expresso" - crítica de Manuel de Freitas - 10 de Maio de 2014

domingo, 4 de maio de 2014

LIVRE COMO UM LIVRO

A convite do Núcleo 25 de Abril, a biblioteca da Escola Secundária Francisco de Holanda participou numa oficina orientada pelo Igor e a Carla, do Teatro de Ferro. Os nossos jovens, juntamente com os da Afonso Henriques, estiveram presentes nesta atividade que, sem dúvida, enriqueceu todos os envolvidos. Uma iniciativa a repetir!
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domingo, 19 de janeiro de 2014

Autor do mês: Eugénio de Andrade

Eugénio de Andrade nasceu em janeiro, em 1923. Fica, aqui, o nosso tributo, ao lembrar que o poeta e a sua poesia são imortais.



                       

terça-feira, 19 de novembro de 2013

quarta-feira, 24 de abril de 2013

De que é que falamos, quando falamos de poesia?

No dia 15 de abril, o professor João Salgado de Almeida animou uma sessão de poesia, onde, como já vem sendo hábito, associou diferentes manifestações artísticas, desde a poesia, à fotografia e às instalações… Os jovens presentes tornaram-se, rapidamente, simpáticos “diseurs” e nem a professora Armandina, de Matemática, resistiu à leitura de um poema…a poesia continua a “navegar” pela escola e ninguém lhe resiste! 
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P'ró Diabo com o Carpe Diem


No dia 12 de abril, no âmbito da Semana da Leitura, recebemos o jovem poeta, Pedro Afonso, que veio à nossa biblioteca para falar do seu primeiro livro de poesia, intitulado “P’ró Diabo com o Carpe Diem”.
Os nossos jovens ficaram surpresos pelo facto do convidado ser da mesma idade que eles. O efeito foi fantástico: de repente, ouvir alguém falar de poesia já não era enfadonho…a poesia ganhou outra força e o Pedro Afonso, com a sua jovem maturidade, conquistou os presentes!
A verdade é que, quando se fala de algo que construímos com paixão, esta toma conta de tudo à sua volta e contagia.Obrigada Pedro Afonso pela tua determinação, por mostrares aos “teus colegas” que o “Sonho comanda a Vida” e que é preciso que saibamos Viver Sonhando, para alcançarmos os nossos objetivos.
Parabéns e Felicidades!

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