Teve, hoje, lugar o encerramento da exposição do Centenário da Pneumónica. O Dr, Francisco George não pôde estar presente, devido à tragédia em Moçambique, para onde se deslocou, tendo os professores João Pacheco e Manuel Barbosa (da Cruz Vermelha Portuguesa - delegação de Guimarães) tomado a palavra. O primeiro para nos falar de aspetos mais científicos ligados à gripe, relembrando o número de mortes provocadas por esta calamidade. O segundo, para destacar a ação da Cruz Vermelha Portuguesa, nessa altura e hoje.
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sexta-feira, 22 de março de 2019
terça-feira, 5 de fevereiro de 2019
Exposição "Anne Frank - uma história para hoje"
De 11 a 27 de fevereiro exposição Anne Frank
-uma história
para hoje poderá ser
visitada pela comunidade educativa assim como pelos vimaranenses. Esta
exposição pretende manter viva
a memória
de Anne
Frank, cujo diário a transformou no símbolo das vítimas de todas as formas de discriminação e opressão,
e de
informar sobre o período no qual o regime nazi esteve no poder.
A exposição
oferece um conteúdo extremamente atual para reflexão.
A história é contada
através da perspetiva da família Frank e é relacionada
com a história
do Holocausto
a partir do
relato de sobreviventes.
Contém ainda diversos elementos que desafiam a pensar
sobre as semelhanças e diferenças entre aqueles eventos do
passado e acontecimentos no mundo atual, com o objetivo
de
estimular a reflexão
sobre a importância de conceitos como a liberdade, respeito mútuo, direitos humanos e democracia.
Acrescenta-se a importância,
para os dias atuais, da consciencialização quanto à necessidade de uma cidadania participativa para a preservação
da
liberdade e dos direitos humanos,
bases fundamentais
para a existência de sociedades plurais e democráticas construídas pelo gérmen da diversidade.
As palavras de Anne, ainda hoje, inspiram-nos a agir: "Como seria maravilhoso que ninguém tivesse que esperar um único
momento antes de começar a melhorar o
mundo".
(excerto do
documento para os visitantes, da responsabilidade Anne Frank
House –Portugal)
sábado, 26 de janeiro de 2019
domingo, 22 de abril de 2018
quarta-feira, 7 de março de 2018
sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018
domingo, 21 de janeiro de 2018
domingo, 29 de outubro de 2017
terça-feira, 3 de outubro de 2017
Comemoração do Dia Europeu das Línguas
Entre os dias 26 e 29 de setembro, o Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda lembrou a importância das línguas: da nossa língua materna, do Inglês e do Francês. Fê-lo através de contos e de poemas. O domínio das línguas é fundamental, hoje mais do que nunca, pois só assim poderemos comunicar num mundo global...MAS não quisemos esquecer a beleza das línguas nos contos, na poesia, no romance...
Na biblioteca
Na biblioteca
![]() |
| Nas aulas |
|
| Algum material usado pelos professores e/ou exposto na biblioteca |
quarta-feira, 31 de maio de 2017
A beleza da Matemática
O nosso professor de Matemática, António Domingues, à semelhança do ano letivo anterior, presenteou-nos com alguns trabalhos dos alunos das turmas 12ºCT3 e 12ºCT4, originais e interativos. Os trabalhos continuarão em exposição! Vale a pena visitar e interagir. Um exemplo de que podemos sempre partilhar conhecimentos e mostrar a beleza da Matemática. Obrigada por nos fazerem ver esta disciplina com "outro olhar".
terça-feira, 25 de abril de 2017
Celebrando Abril
Hoje, a nossa árvore veste-se de cravos, não deixando esquecer a Revolução que nos devolveu a liberdade. Lembramos, assim, que é preciso não deixar esmorecer a ...verdade, a liberdade, a justiça! Ficamos com o poema de Joaquim Salgado de Almeida, para ler e refletir.
Pinta-me Abril outra vez!!!
No tempo da “Outra Senhora”,
o Zé queria ser pintor.
Tinha pelo na venta
A sinistra criatura,
Mal cheirosa, bafienta.
Gostava da “dita dura”.
Por isso, estava sempre a tramar o Zé. (Não digo a outra palavra, pois bem feia ela é.)
E a dita dizia :- tu vais ser é lavrador,
ou então vais para o “cotão”…
agora artista, pensador, isso não!
E “a bem da Nação”, vais prà tropa,
vais ser carne pra canhão!
Era assim o mundo do tempo da “Outra Senhora”,
cinzento e opressor…
E o ZÉ queria ser Pintor!...
Até que um dia, era Abril,
justamente dos quartéis,
capitães, praças ,furriéis,
saíram pra rua,
e à opressão
disseram Não!
Foi de vela a “dita cuja”,
Foi-se o cheiro bafioso.
O sol sorriu pra todos,
Aroma de Primavera!
Ao Zé deram pincéis,
Deram tintas e uma tela.
- Pinta o País Novo,
e a alegria deste povo.
E o Zé pintou, cravos e mais cravos,
Bandeiras e mais bandeiras,
Tudo de um vermelho vivo, como a alegria do povo.
O único elemento branco,
era uma gaivota que,
voava, voava…
Ainda pintava o Zé, e já uns mirones diziam: - A pintura está muito forte, deve ser esbatida…
O Zé deu ouvidos aos opinantes, e adicionou branco ao vermelho, repintando a composição.
Foram-se os cravos e as bandeiras,
agora era tudo rosa, até as flores…
Da obra inicial, apenas a gaivota, transferida para o fundo da tela.
No seu ouvido direito alguém sussurrou : - com essa cor não vais a lado nenhum… enriquece a paleta…
E o Zé assim fez, acrescentou amarelo, a cor do ouro, e a mistura surtiu um laranja, que tomou conta da tela.
E da gaivota, nem vê-la…
- Refaz a pintura, diziam do outro lado…
E o Zé já estava a ficar baralhado.
Então alguém disse: - precisas é de aprender,
tira um curso de pintura,
há dinheiro para isso.
Inscreveu-se o Zé no curso,
pago pela “Grande Senhora”
com residência em Bruxelas.
Nas aulas nada aprendeu,
que o dinheiro para elas,
sumiu, desapareceu…
- Ó Zézinho, se queres pintar, vai por mim, que eu é que sei…
- Zézinho, não faças isso, mete-lhe azul , okei?!…
E o Zézinho cada vez mais baralhado
sentia-se pobre e angustiado.
Curiosamente, os opinadores
Tornavam-se em grandes senhores…
À s vozes mais solidárias,
Não dava ouvidos o Zé.
- Os Senhores do capital,
É que sabem como é.
E assim, num triste fado,
Só ouvia dois ou três,
Mexia e remexia,
Sempre a mesma porcaria.
De tanta mistura na obra,
ficou borrada a pintura.
As cores agora na tela,
mais parecem da ditadura.
- Pinta-me Abril outra vez
Com paixão e com afinco.
Não ponhas lá o “primeiro”,
Pinta-me o VINTE E CINCO!!!
No tempo da “Outra Senhora”,
o Zé queria ser pintor.
Tinha pelo na venta
A sinistra criatura,
Mal cheirosa, bafienta.
Gostava da “dita dura”.
Por isso, estava sempre a tramar o Zé. (Não digo a outra palavra, pois bem feia ela é.)
E a dita dizia :- tu vais ser é lavrador,
ou então vais para o “cotão”…
agora artista, pensador, isso não!
E “a bem da Nação”, vais prà tropa,
vais ser carne pra canhão!
Era assim o mundo do tempo da “Outra Senhora”,
cinzento e opressor…
E o ZÉ queria ser Pintor!...
Até que um dia, era Abril,
justamente dos quartéis,
capitães, praças ,furriéis,
saíram pra rua,
e à opressão
disseram Não!
Foi de vela a “dita cuja”,
Foi-se o cheiro bafioso.
O sol sorriu pra todos,
Aroma de Primavera!
Ao Zé deram pincéis,
Deram tintas e uma tela.
- Pinta o País Novo,
e a alegria deste povo.
E o Zé pintou, cravos e mais cravos,
Bandeiras e mais bandeiras,
Tudo de um vermelho vivo, como a alegria do povo.
O único elemento branco,
era uma gaivota que,
voava, voava…
Ainda pintava o Zé, e já uns mirones diziam: - A pintura está muito forte, deve ser esbatida…
O Zé deu ouvidos aos opinantes, e adicionou branco ao vermelho, repintando a composição.
Foram-se os cravos e as bandeiras,
agora era tudo rosa, até as flores…
Da obra inicial, apenas a gaivota, transferida para o fundo da tela.
No seu ouvido direito alguém sussurrou : - com essa cor não vais a lado nenhum… enriquece a paleta…
E o Zé assim fez, acrescentou amarelo, a cor do ouro, e a mistura surtiu um laranja, que tomou conta da tela.
E da gaivota, nem vê-la…
- Refaz a pintura, diziam do outro lado…
E o Zé já estava a ficar baralhado.
Então alguém disse: - precisas é de aprender,
tira um curso de pintura,
há dinheiro para isso.
Inscreveu-se o Zé no curso,
pago pela “Grande Senhora”
com residência em Bruxelas.
Nas aulas nada aprendeu,
que o dinheiro para elas,
sumiu, desapareceu…
- Ó Zézinho, se queres pintar, vai por mim, que eu é que sei…
- Zézinho, não faças isso, mete-lhe azul , okei?!…
E o Zézinho cada vez mais baralhado
sentia-se pobre e angustiado.
Curiosamente, os opinadores
Tornavam-se em grandes senhores…
À s vozes mais solidárias,
Não dava ouvidos o Zé.
- Os Senhores do capital,
É que sabem como é.
E assim, num triste fado,
Só ouvia dois ou três,
Mexia e remexia,
Sempre a mesma porcaria.
De tanta mistura na obra,
ficou borrada a pintura.
As cores agora na tela,
mais parecem da ditadura.
- Pinta-me Abril outra vez
Com paixão e com afinco.
Não ponhas lá o “primeiro”,
Pinta-me o VINTE E CINCO!!!
J.A. Salgado Almeida
domingo, 5 de março de 2017
domingo, 31 de julho de 2016
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
quinta-feira, 23 de abril de 2015
sábado, 14 de março de 2015
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Recordando Manuel António Pina
Manuel António Pina (Sabugal, 18 de novembro de 1943 — Porto, 19 de outubro de 2012) foi um jornalista e escritor português, premiado em 2011 com o Prémio Camões.
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